TV Gazeta
As duas pessoas que denunciaram o esquema de corrupção envolvendo delegados e policiais vão ser protegidas pelo Provita: Programa de Apoio e Proteção às Testemunhas. As testemunhas colaboraram com o inquérito, que investiga os delegados Márcio Braga, Luiz Neves e outros policiais. Todos estão presos há um mês, acusados de extorsão e tortura.Entenda o caso
Os delegados da Delegacia Patrimonial da Polícia Civil Márcio Braga e Luiz Neves foram detidos na corregedoria da corporação, após o início de uma operação que está sendo desencadeada desde o início da madrugada do dia 13 de maio. Segundo o corregedor-chefe da Polícia Civil, delegado Emerson Gonçalves Rocha, eles foram denunciados por prática de furto e extorsão.
Além da prisão dos dois delegados, a operação envolve, ainda, mandados de busca, apreensão e de prisão de outros cinco policiais da Divisão Patrimonial. Os mandados estão sendo cumpridos pela Delegacia de Crimes Funcionais.
O delegado José Porfírio Bessa, um dos corregedores da corporação e responsável pela Delegacia de Crimes Funcionais, seguiu, nesta manhã, para uma diligência, acompanhado do delegado Luiz Neves e de outros dois policiais detidos durante a operação.
De acordo com Émerson Rocha, a denúncia contra os acusados surgiu de denúncias feitas à corregedoria da Polícia Civil por uma pessoa que disse ter sido vítima deles. O delegado também encarou a prisão dos outros dois policiais com naturalidade.
Segundo ele, a pena prevista a esses delegados e policiais pode chegar à exclusão dos mesmos do quadro da Polícia Civil. Eles serão ouvidos e, em seguida, encaminhados à Delegacia de Polícia Civil de Vila Velha.
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