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| Rosimary Gerhardt Bortulini Grecco, de 48 anos, foi morta com três tiros, no posto onde trabalhava |
À TV Gazeta Sul, o delegado mineiro João Otacílio - que chegou ontem ao Estado para participar das investigações - disse que o homicídio pode ter sido "queima de arquivo". Além dele, outros policiais de Minas Gerais vieram ao Espírito Santo para acompanhar o caso. Foi a Polícia Civil mineira quem desbaratou a quadrilha que roubava caminhões e legalizava os veículos, fazendo emplacamentos em Venda Nova do Imigrante, município que faz limite com Pedra Azul.
O esquema foi denunciado, recentemente, pelo Programa do Fantástico, da TV Globo. A quadrilha teria movimentado R$ 2 bilhões.
Delegado de polícia de Domingos Martins, Paulo Roberto de Castro Batista admite que investiga se Rosimary, de alguma forma, passou informações sobre essas fraudes. Batista acrescentou que a hipótese de tentativa de assalto no homicídio praticado ontem foi descartada, porque nada foi roubado da vítima ou da Ciretran.
Segundo o cunhado de Rosimary Grecco, Ademir Stein, ela teria sido procurada por uma mulher que estaria envolvida na fraude, mas se negou a emitir documentos de um caminhão por não concordar com a ilegalidade. Para Stein, essa seria a única causa aceitável para a morte de Rosimary Grecco. "Ela era correta, uma mulher de família, querida, sem nenhum problema", diz ele.
Leia a reportagem completa em Rosemery Grecco ajudou a polícia a desbaratar uma das maiores quadrilhas de roubo de caminhões do Brasil.

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