O ministro dos Transportes, Paulo Sérgio Passos, demitiu seis
servidores da pasta por improbidade administrativa, lesão aos cofres
públicos e dilapidação do patrimônio nacional, de acordo com portaria
publicada nesta segunda-feira (5) no "Diário Oficial da União".
Os funcionários eram alvos de processos administrativos disciplinares abertos em 2009. Além da demissão, a portaria indica que os servidores não poderão voltar ao serviço público. De acordo com a Lei do Servidor, a lei 8.112/90, quem é demitido por improbidade não pode retornar.
O G1 procurou o Ministério dos Transportes para saber
mais detalhes sobre as demissões e não recebeu resposta até a última
atualização desta reportagem.
Em julho e agosto deste ano, o ministério foi alvo de diversas denúncias de irregularidade, que levaram à saída de mais de 20 servidores da pasta e de órgãos vinculados, como o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), que teve toda a cúpula trocada.
Expulsões no governoLevantamento divulgado no mês passado pela Controladoria Geral da União (CGU) mostra que o governo federal expulsou da administração pública, entre janeiro e julho deste ano, 328 servidores federais após processos administrativos abertos por conta de irregularidades, a maioria envolvendo casos de corrupção.
Conforme a CGU, o total de expulsões é o maior para o período desde 2003 - ano a partir do qual o órgão passou a tabular os dados. Somente em julho deste ano foram 98 servidores expulsos - recorde também entre todos os meses de julho.
De janeiro a julho de 2011, foram 172 expulsões por "valimento indevido de cargo", que se trata se uso do cargo para obtenção de vantagens; 123 são casos de improbidade administrativa; e 19 se referem ao recebimento de propina. Quarenta e seis expulsões ocorreram por conta de abandono de cargo - a soma das causas é superior ao total de expulsões porque um servidor pode ter sido demitido por mais de uma causa.
Os funcionários eram alvos de processos administrativos disciplinares abertos em 2009. Além da demissão, a portaria indica que os servidores não poderão voltar ao serviço público. De acordo com a Lei do Servidor, a lei 8.112/90, quem é demitido por improbidade não pode retornar.
Em julho e agosto deste ano, o ministério foi alvo de diversas denúncias de irregularidade, que levaram à saída de mais de 20 servidores da pasta e de órgãos vinculados, como o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), que teve toda a cúpula trocada.
Expulsões no governoLevantamento divulgado no mês passado pela Controladoria Geral da União (CGU) mostra que o governo federal expulsou da administração pública, entre janeiro e julho deste ano, 328 servidores federais após processos administrativos abertos por conta de irregularidades, a maioria envolvendo casos de corrupção.
Conforme a CGU, o total de expulsões é o maior para o período desde 2003 - ano a partir do qual o órgão passou a tabular os dados. Somente em julho deste ano foram 98 servidores expulsos - recorde também entre todos os meses de julho.
De janeiro a julho de 2011, foram 172 expulsões por "valimento indevido de cargo", que se trata se uso do cargo para obtenção de vantagens; 123 são casos de improbidade administrativa; e 19 se referem ao recebimento de propina. Quarenta e seis expulsões ocorreram por conta de abandono de cargo - a soma das causas é superior ao total de expulsões porque um servidor pode ter sido demitido por mais de uma causa.
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