sexta-feira, 5 de agosto de 2011

SUL CAPIXABA: Preso acusado da morte de três em Cachoeiro de Itapemirim

Por Ronaldo Índio Brasil - FOLHA ES

Investigadores da Delegacia de Crimes Contra a Vida de Ca­choeiro de Itapemirim-ES, sob o comando do titular, Gui­lherme Eugenio Rodrigues, prenderam na manha de ontem, Ju­randyr Gallo Carvalho, 41, comer­ciante.

Ele é acusado de três homicídios e uma tentativa de homicídio. Ju­randyr é proprietário de um bar no bairro São Lucas, em Cachoeiro, e segundo a polícia ele usava o estabe­lecimento comercial como ponto de venda de entorpecentes.

Os policiais conseguiram apu­rar que, Jurandyr juntamente com outros investigados mataram Mário Paulo da Silva, crime ocorrido mês de setembro de 2010. Mario desa­pareceu na data de 30/09/2011, e fi­cou apurado no inquérito policial, que Jurandyr junto com seu compar­sa convidaram Mário para dar uma volta e o levaram para um canavial na usina Paineiras, município de Ita­pemirim.

No local o acusado matou Mário com golpes de enxada e tiros. A mo­tivação do crime seria uma divida de R$ 850 de drogas.

Jurandir também está sendo acu­sado do desaparecimento de Gedson da Silva Borges, vulgo “Macaco”, que era viciado e estava devendo R$ 80 a Jurandy. Segundo informações, ele e um outro homem teriam mata­do Gedson e enterrado o corpo em um terreno no município de Alegre.

A vítima estava devendo a Ju­randir e estava atrapalhando o movi­mento de trafico no bairro, já que o mesmo furtava muito no bairro e es­tava chamando a atenção da policia.

A polícia ainda não conseguiu lo­calizar os corpos de Gedson e Mário.

Além dessas desses crimes, Ju­randyr é acusado de ter mandado matar José Machado Barbosa, em ja­neiro deste ano. Segundo as apura­ções, José teria caluniado e difama­do familiares do acusado e ele teria contratado Josué da Silva para ma­tar José.

O executor fez vários dis­paros, mas José sobreviveu po­rem. Já no dia 20/01/11, dois homens negros foram na casa de José Machado, o mataram a tiros e fugiram em seguida

Um dos pistoleiros, que não teve o nome divulgado pela po­licia, já se encontra preso, com esse suspeito, foi apreendida a arma usada no crime.

Jurandir continua preso no DPJ e, segundo o delegado, a Justiça emitiu um mandado de prisão temporária de 30 dias, mas poderá ter sua prisão pre­ventiva decretada.

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