Foto: Reprodução TV Vitória ![]() |
O local da apreensão no bairro é conhecido pela polícia como um ponto intenso de tráfico de drogas. No momento da abordagem, os suspeitos tentaram fugir, mas não conseguiram driblar o cerco policial.
"No momento havia mais indivíduos. Não deu para contar quantos, mas foi uma correria total. Tivemos êxito em abordar e prender esses três. Eles fazem o chamado 1/4 de hora. Revezam sentados na cadeira e quando cansam o outro senta para tomar conta, principalmente para vigiar a chegada da polícia", contou o soldado Suman.
Apesar das evidências, Bruno nega que tenha envolvimento com o tráfico de drogas. Ele afirma que estava no lugar errado e na hora errada. "Eu estava passando para ir trabalhar, abordaram os meninos, me viram passando e me abordaram também. Nem conheço os meninos. Estava indo para o meu trabalho. Não sabia que ali era ponto de tráfico porque eu sou morador novo dali. Passei por ali porque é mais perto do meu serviço. Eles viram um cara correndo e não pegaram o cara, pegaram a gente. Quando ele me chamou, eu parei porque se eu tivesse envolvimento, eu não ia ficar parado no mesmo lugar. Pegaram o dinheiro do meu serviço e estão botando como droga, mas eu não mexo com droga", disse o acusado.
Mas os militares não têm dúvidas quanto ao envolvimento dos jovens. "Toda apreensão que essa patrulha faz todo mundo nega, mas como vão negar se estavam no local e a droga estava próxima a eles? Um falou que iria trabalhar e outro disse que não poderia ser preso porque iria para a igreja", afirmou o soldado Suman.

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