sábado, 30 de julho de 2011

ES: Personagens do Palácio Anchieta

No mês de julho o Palácio Anchieta completou 460 anos de muitas histórias. Durante todo esse período, o prédio abrigou a família real portuguesa, já foi igreja e colégio, ambos fundados por jesuítas , e também repartição pública e sede de vários governos do Espírito Santo. Atualmente, é sede do Governo do Estado, além de ser um espaço cultural que recebe várias exposições. E dentro do Palácio estão pessoas que ajudam a conservar e a contar mais sobre esse monumento histórico.

É o caso do garçom Edson Pereira Pinto, que fala com orgulho dos 32 anos de trabalho no Palácio Anchieta. “No Palácio passaram várias autoridades e tive oportunidade de servir vários presidentes da república. Fico feliz que hoje esteja aberto à visitação”.
Nestor Müller/Secom
Edson Pereira Pinto
A gestora do espaço cultural, Áurea Lígia Miranda Bernardes, há 20 anos presta serviço ao Palácio e conta que a entrega do monumento restaurado foi o momento mais marcante e o ver sendo apedrejado nos últimos meses, após um longo trabalho feito para conservar cada detalhe da história do Espírito Santo, a deixou muito triste. “Antes o Palácio era cheio de divisórias e hoje é um espaço cultural. E sou feliz em trabalhar aqui, é muito gratificante, mas fiquei triste em ver aquela situação.”
Nestor Müller/Secom
Áurea Lígia Miranda Bernardes
Solenidades
Durante todo esse tempo, o Palácio já foi palco de inúmeras celebrações, solenidades, eventos oficiais, que são de responsabilidade, desde 2003, de uma figura que nunca passa despercebida na correria, a cerimonialista do Palácio Hilda Cabas, 83 anos.
Entretanto, Dona Hilda como é chamada por todos, já vivencia os ares do Palácio há 28 anos, quando era administradora e realizava somente os eventos internos. Desde então já presenciou momentos de muita emoção nos grandes salões. “É uma longa história, vários eventos me marcaram, visitas de presidentes da República, o nascimento da filha de Gerson Camata, o aniversário do doutor Carlos Lindernberg, a vinda de Sarney quando estava no auge da popularidade acompanhado da dona Marly, são muitas as passagens. Eu posso escrever um livro por tudo que eu já vivi aqui dentro”.
Romero Mendonça/Secom
Dona Hilda Cabas
De gata borralheira a cinderela, Hilda Cabas mantém cada pedacinho do Palácio Anchieta como sua segunda casa. Para o aniversário do Palácio, dona Hilda está acompanhando todos os preparativos, inclusive a exposição ‘Mestres Espanhóis’. “A cultura para mim é muito importante, as exposições que ocorrem aqui são um marco na história do Espírito Santo. O Palácio ter sido aberto à visitação pública também foi um momento marcante. Todo mundo sabe da minha paixão por essa casa, e com a reforma eu achei que ficou ainda melhor”.

Visitação
Nestor Müller/Secom
Rafael Dias Fernandes
Após a restauração feita em 2009, o Palácio Anchieta foi aberto à visitação. Para acompanhar e apresentar o local, há os guias culturais. Rafael Dias Fernandes e Lellison Souza são um desses profissionais. Os dois contam que é muito interessante trabalhar no local e uma forma deles colocarem em prática o que aprenderam na vida acadêmica. “A cada vez que eu guio uma turma de visitante relembro a história do Palácio Anchieta e ao mesmo tempo, a história Espírito Santo”, acrescenta Rafael.
Nestor Müller/Secom
Lellison Souza
“É muito divertido trabalhar no Palácio Anchieta. Encontramos várias pessoas ao longo do dia. Fazemos uma ponte entre história e visitantes”, comenta Lellison. Durante essas mediações, presenciou algo que para ele foi muito importante. Guiando uma filha de um ex-governador que morou no Palácio há mais de 50 anos, longo da caminhada, ela foi contando e mostrando cada detalhe de como eram os móveis e o prédio. “Eu me senti o visitante e não o guia. Parecia que eu estava em dois tempos. No presente e no passado. Fui imaginado cada detalhe que ela falava” expressa.
Nestor Müller/Secom
Silvana Rita Carpanedo
A assessora administrativa, Silvana Rita Carpanedo, trabalha desde 2003 e conta que o Palácio é um ambiente agradável para se trabalhar. Ela conta que quando chegou o prédio tinha piso de placas e havia divisórias em cada espaço. E lembra do fato que a marcou bastante. Na véspera do Natal, período antes da restauração do Palácio, o Salão Nobre ficou todo inundado. “Foi muito bonito a sensibilização de todos em secar e limpar o espaço. Foi feito com muito carinho. E todo o esforço em busca de um único objetivo: conservar o Patrimônio”. Andressa Subtil, também assessora administrativa desde 2000, acrescenta que o monumento hoje é um dos pontos turísticos do Espírito Santo. “O local há anos atrás era apenas uma repartição pública e hoje é um verdadeiro Palácio. As pessoas podem visitar e conhecer o prédio. Ele também é um espaço cultural, que sempre tem exposições”, conclui.

Informações à Imprensa:
Assessoria de Comunicação/Secult
Larissa Ventorim
3636 7110 / 9902 1627
comunicacao@secult.es.gov.br
Texto: Letticia Müller – estagiária de comunicação da Secult
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texto: Máyra Novais - estagiária da Gerência de Imprensa.

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