Lívia Francez - www.seculodiario.com.br
Mesmo com a realização de concursos públicos para compor o quadro do Instituto de Atendimento Socioeducativo (Iases), os candidatos aprovados e capacitados não estão sendo nomeados e ainda está sendo feita a contratação de funcionários em regime de designação temporária (DTs) para as mesmas funções previstas pelo concurso e com a mesma remuneração. Diversos candidatos deixaram os empregos para ingressar no curso de capacitação, mas não foram chamadas e não têm previsão de data para nomeação.
O concurso público para cargos como assistente social, psicólogo e agente socioeducativo e pedagogo foi aberto em 2009 e teve várias etapas. Uma delas foi a realização de um curso de capacitação de 60 horas para candidatos de nível superior, nos fins de semana e feriados, e outro de 120 horas para candidatos de nível médio, realizado durante a semana. Para este curso, vários candidatos deixaram os empregos para a ele se dedicarem.
O processo foi concluído em dezembro de 2010, mas os candidatos não foram nomeados. Com a demora nas nomeações, os candidatos passaram a protestar no palácio da Fonte Grande até conseguirem uma reunião com um representante da Secretaria de Estado de Justiça (Sejus), que disse não estar o gasto com as contratações previsto no orçamento. A alegação era que a Escola do Serviço Público do Estado (Esesp) também não teria condições de receber os 470 candidatos de uma só vez. Os candidatos seriam chamados gradativamente, com perspectiva de nomeação para os meses de junho, julho e agosto.
No entanto, ao mesmo tempo em que o concurso foi homologado, no dia 13 de fevereiro deste ano, também foi aberto um processo seletivo para designação temporária, com os mesmos cargos e salários do concurso.
O concurso público aberto em 2009 só foi realizado depois de intervenção do Ministério Público do Estado (MPES), para evitar o loteamento do Iases por afilhados políticos, já que, na época, 90% dos cargos no sistema eram ocupados por funcionários em designação temporária.
Representação
O Sindicato dos Servidores Públicos do Estado (Sindipúblicos) deve entrar com representação contra o Iases na Comissão Interamericana de Direitos Humanos dos Estados Americanos (OEA), vinculando as violações aos direitos humanos registradas na autarquia à grande quantidade de servidores em designação temporária atuando nas unidades de internação de adolescentes em conflito com a lei. A denúncia ressalta que, dos 801 funcionários do Iases, 714 foram contratados em regime de designação temporária.
A sustentação da tese do Sindipúblicos está no fato de que o regime provisório dos cargos dos servidores pressupõe a falta de comprometimento com as políticas de atendimento previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), além de ferir os princípios da impessoalidade e da moralidade e constituit uma burla ao concurso público.
silvana galina abra o olho os comissionados sao inteligentes, estou torcendo por eles. Avante a luta continua e vamos derrubar galina, fora galina, fora novo diretor, carmen borgo, isabelea, aline, issabel,rodrigo, thago esse bando de mamadores da teta.
ResponderExcluirGostaria de perguntar a galina se ela na epoca do escandulo das diarias da Unip. onde o ex sub gerente Aristeu manipulava e negociava as mesma, ela tomou essa atitude, ele nao foi exonerado na epoca, foi sim varios anos depois. Quero saber se ela abriu todos os procedimesntos da unis e a corregedoria tem todas as coisas apreendidas dentro das revistas. uma auditoria com os Direitos humanos Internacional voce cai. ( OEA nela em toda cambada de comissionadas que sao incopetentes.
ResponderExcluirFora galina. carmen borgo, isabela,aline, isabel, cesar e thiago ja foi, so flata tambem carminha. e vc marta enfermeira vc ainda vende remeidio aos internos da unip.